A Argentina já pode
exportar para os Estados Unidos
produtos de carne provenientes
de animais caracterizados
com o atributo de qualidade
Angus. O serviço de
inspecção de
saúde animal e vegetal
do Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos, Aphis/USDA
(segundo as suas siglas em
inglês) aprovou, esta
semana, o Programa de Carne
Cozida Diferenciada apresentado
pelo Serviço Nacional
de Saúde e Qualidade
Agro-alimentar (Senasa) no
início de 2006.
Esta qualificação
permitirá exportar
para os Estados Unidos carne
cozida elaborada mediante
procedimentos que, ao garantirem
um padrão de qualidade,
lhe atribuem um valor acrescentado.
Graças à apresentação
realizada em conjunto entre
a Associação
e o Senasa, obteve-se o selo
"USDA - Process Verified"
que, segundo o director técnico
da Associação
Argentina de Angus, Marcos
Firpo, "transmite confiança
ao consumidor norte-americano
porque sabe que se está
a seguir o programa".
A decisão da USDA é
o resultado de controlos realizados
em Outubro de 2006, pelo Aphis,
nos frigoríficos Swift,
de Rosário e Rioplatense,
na província de Buenos
Aires.
A carne cozida será
exportada para fábricas
norte-americanas para a confecção
de sopas e produtos congelados
e calcula-se que o seu valor
poderá aumentar cerca
de 30% devido à nova
distinção.
Em 1999 alcançou-se
a distinção
Argentine Angus Beef, que
permitia a entrada nos Estados
Unidos de carne fresca directamente
para o mercado. O selo foi
retirado devido ao surto de
aftosa no ano de 2001 e ainda
não se pode exportar
carne fresca para os Estados
Unidos.